segunda-feira, 26 de julho de 2010

O silêncio das flores nos dizem tantas coisas !

Quando as flores se calarem diante de nossos olhos surdos
e o perfume desaparecer de nossas narinas
talvez sejamos capazes não mais de perceber a vida
mas conscientizarmo-nos, ao menos,
de que aquilo que agora temos
não passa de mera sobreviência

porque o silêncio das flores é o silêncio das almas
a ausência do perfume é o vazio do espírito
a incapacidade de vermos a flor que se resseca
diante de nossos olhos
a flor que se esvai em pálidas pétalas
é nossa incapacidade de sentir a vida
de tirar da existência ainda algum alento
alguma utópica explicação para este todo já vazio
deste todo autodestrutivo

porque vem das flores a verdadeira beleza
é delas que emanam a sensibilidade
e a fragilidade tão necessárias à vida

mas se flores já não há
como havemos nós inundados de alguma vida?
restam-nos as pedras e os espinhos e as sementes mortas
no solo árido do corpo ressequido que nos é esmolado
neste dia-a-dia em que nos danamos
neste cotidiano em que nos enganamos
ficcionando que somos alguma coisa
além do trágico e do medo que nos consome.

sábado, 24 de julho de 2010

A Lua Cheia e a Dama da Noite ...


O Sol viu nascer aquela flor, numa manhã clara de Domingo, de céu muito azul. Flor pequenina e frágil, que , por sua delicadeza, destacava-se naquele imenso jardim. Deleitou-se toda a manhã observando o espetáculo do desabrochamento. Ela passou horas se preparando para sair, e quando finalmente tomou coragem, quão bela mostrou-se! Estava ao mesmo tempo assustada e curiosa. Observava tudo com olhinhos sedentos de novidades. Riu gostosamente quando sentiu o primeiro vento a soprar-lhe nas pétalas, e bateu palmas de alegria ao observar as borboletas e os pássaros, que voaram em acrobacias, para darem-lhe as boas-vindas.

E ele, Sol tão poderoso, sentiu uma atração inexplicável por aquele serzinho nascido da irmã Terra. Pensava em quem a protegeria dos males do mundo, se estava tão sozinha. Durante o dia, convocou suas irmãs nuvens para protegê-la de seus fortes raios. Mas não permitia ser encoberto por inteiro, queria continuar velando por ela.

Naquele dia, o Sol demorou-se mais para ir embora, adiou o mais que pôde a sua partida, pois sentia vontade de continuar admirando a flor, que ele já chamava " sua" . Mas teve que ir, e sua volta ao outro lado do mundo foi particularmente longa. Estava preocupado com ela, como estaria passando sua primeira noite no mundo?

Lutando contra as leis de sua mãe Natureza, adiantou-se alguns minutos naquela nova manhã, estava agoniado para ver se tudo estava bem. E que tamanho alívio sentiu ao despontar no horizonte , lançar seus olhos que tudo alcançam, e perceber sua flor adormecida em paz, intacta, ainda mais bela do que no dia anterior. Com enorme prazer assistiu ao seu despertar, e brilhou um pouco mais forte para aquecê-la , livrando-a do orvalho da madrugada.

O Sol estava irremediavelmente apaixonado. Todos os seres da Natureza perceberam que agora ele passava os dias a brilhar de forma mais amena, pois não queria queimar as pétalas de sua amada. Suspirava de amor, provocando um vento quente sobre a Terra. Se ela estava bem, ele também estava. Se a percebia triste e melancólica, chorava e derramava lágrimas em forma de chuva morna. E ordenava aos pássaros e borboletas que alegrassem sua flor, voando e cantando ao seu redor. Os crepúsculos agora eram ainda mais tristes, em tons de vermelho, como se o Sol lutasse para ficar mais um pouco. E as auroras muito mais alegres, iluminadas. Os pássaros eram os menestréis desse inusitado amor, soltando trinados melancólicos ao crepúsculo, numa canção de despedida, e acordes de puro júbilo quando a aurora anunciava-se, trazendo o Sol enamorado. Nos dias de chuva, quando as irmãs nuvens eram mais fortes que ele, pedia ao rouxinol para avisar sua flor que nada temesse, pois, mesmo parecendo estar longe, ele estaria logo ali, por trás das nuvens, mirando-a por alguma fresta. Que não tivesse medo de raios e trovões, pois todos sabiam que ela era sua protegida, e por isso nada fariam que pudesse machucá-la . E a flor, sentindo-se amparada, aprendeu também a amar a chuva, que a refrescava.

O Sol amava mais e mais a cada dia, e a flor desfrutava o mais que podia de tão grande amor. Correspondia, tornando-se mais bela com o tempo, para alegrar quem tanto a amava. Tinha por companheiros os bichinhos do jardim: joaninhas, lagartixas, tatuzinhos , borboletas e até as temidas formigas, que não se atreviam a ferir a florzinha, pois temiam serem tostadas pelo Sol vingativo. E ainda tinha o vento, que dançava por ali, e se enroscava em suas folhas, provocando-lhe risinhos de contentamento, o que ocasionava cenas de ciúmes por parte do Sol, que soprava um de seus suspiros quentes, espantando o vento fresco... Com os pássaros divertia-se aprendendo suas canções preferidas, organizando recitais para todo o jardim, em honra ao seu protetor Sol.

E assim vivia a florzinha; pelos dias exibia-se para seu amante , pelas noites dormia e sonhava com ele. E o Sol vivia feliz, tocando com seus raios cada pétala de sua amada. Quando partia, deixava tropas de vaga-lumes por perto dela, para que a escuridão não a amedrontasse tanto. E a flor dormia em paz.

Mas uma noite foi despertada por um vento mais gelado, que deu-lhe arrepios pelo corpinho. Abriu seus olhos, chamou seus amigos vaga-lumes e perguntou o que se passava. Os vaga-lumes responderam se tratar da chegada da Lua, rainha da noite. Lua? Quem era essa, tão petulante a ponto de despertá-la de seu sono? Seus amigos então lhe disseram que , desde seu nascimento, a Lua vinha todas as noites, mas esta noite era especial, pois ela vinha em sua forma mais ampla, mais completa. Era a Lua cheia, com todo seu encantamento, trazendo junto dela todo o romantismo dos amantes e a capacidade de sonhar dos poetas. O vento anunciava sua chegada triunfal, provocando calafrios em todos os seres da terra.

A flor olhou para o céu, e notou um forte clarão por trás de algumas nuvens. E então, aos poucos, mais lentamente ainda que o nascimento da florzinha, a Lua foi revelando-se... saiu de seu esconderijo, esplendorosamente bela, arrancando aplausos das criaturas noturnas.

Aí foi a vez da flor assistir a um espetáculo de rara beleza. Ficou ali, parada, boquiaberta, sem poder dizer nada, tomada por puro encantamento. Por que o Sol nunca havia lhe dito que existia no mundo uma criatura tão bela como a Lua?

A flor apaixonou-se pela Lua e trocou o dia pela noite. Passava as noites a admirar a Lua lá no céu, e os dias a suspirar por ela nos poucos momentos em que passava desperta. Chorava desconsoladamente nos períodos de lua nova, quando a procurava e não a encontrava. Sofria também no período crescente , quando ela mostrava-se tão fria e indiferente. Nas noites em que ela surgia cheia e bela, era a alegria do mundo, e a flor não cabia em si de tanto contentamento. No período minguante, quando a Lua anuncia e prepara sua partida, a flor desesperava-se, pensando em como seriam tristes as próximas noites. Chorava e implorava, entre soluços, para que ela ficasse um pouco mais, que não se fosse. Mas a Lua, do alto de seu orgulho, não a atendia, e partia sem olhar para trás. Sabia que, não importando o tempo que se ausentasse, a flor estaria lá. E assim acontecia. Mesmo nas noites de lua nova, quando a flor sabia que a Lua não viria, ficava esperando, acordada, olhando para o céu na esperança de que a Lua sentisse sua falta e voltasse.

E o Sol? Ah, pobre Sol... Sem saber o que se passava , pois ninguém se atrevia a contar-lhe, desesperava-se achando que sua flor estava doente. Percebeu algo estranho logo no primeiro dia, ao chegar e encontrá-la em sono profundo, que prolongou-se até o meio-dia, como se ela não tivesse dormido a noite toda. E continuou notando as mudanças, cada vez mais preocupado. Sua flor não era mais a mesma. Passava os dias numa tristeza sem fim, e se sorria, era um sorriso de pura melancolia. Se os pássaros a animavam a cantar, eram canções de saudade que saíam de sua boca. Não se alegrava mais com a dança das borboletas, nem com os pássaros, nem com as nuvens. Estava sempre ansiosa e só mostrava-se um pouco melhor quando sentia o vento frio anunciando a chegada da noite. Não sentia mais prazer em suas conversas com o Sol, e a cada dia dormia mais e mais, sem ânimo para a vida diurna.

O Sol, fiel como sempre, cuidava para que o repouso de sua bela fosse pleno. Pedia músicas suaves aos pássaros para embalar seus sonhos, e chuva fresca às irmãs nuvens quando o calor ameaçava o bem-estar da florzinha. Nos poucos momentos em que ela abria seus olhos, via seu fiel guardião a observá-la lá do alto, e sorria tristemente, pois também amava o Sol, era muito grata a ele, e não queria causar-lhe tanto sofrimento. Mas que culpa tinha se amava tanto a Lua, se não conseguia lutar contra amor tão forte?

E veio o dia em que a flor não mais abriu seus olhos para o Sol, que, desesperado, pensando que sua flor morrera, urrava como louco. E chorava, implorando para que alguém lhe fizesse entender o acontecido. Um vaga-lume, apiedando-se dele, contou-lhe tudo o que se passara desde que a flor vislumbrara a Lua pela primeira vez. O Sol ficou perplexo, não queria aceitar o que ouvia! Sentiu a dor mais profunda que já sentira em sua longa existência, e emanou calor intenso, de puro sofrimento, sufocando as criaturas terrestres. Tudo era quente, quente como a dor que dilacerava seu coração.

Mas foi a última vez que isso aconteceu. A dor o enfraquecia, que dia a dia brilhava menos. Já não via sentido em nada, não sentia alegria, não tinha forças nem motivação para estender seus raios sobre a Terra, que assim tornava-se mais e mais fria, prejudicando a todos que nela viviam.

A flor agora era a Dama da Noite, que só abria suas pétalas ao anoitecer, exalando o perfume mágico do amor, que era então espalhado pelo vento, inebriando todos os amantes do mundo. Nunca mais o Sol teve o prazer de um olhar ou de um sorriso de sua flor tão amada.

Sol cada vez mais fraco, Terra cada vez mais fria. Foi aí que a Mãe Natureza, em sua incomparável sabedoria, resolveu intervir. Depois de muito pensar, fez nascer em cada canto da Terra um campo de flores grandes e amarelas, tão exuberantes que seriam capaz de fazer o Sol se esquecer um pouquinho de sua flor ingrata. Essas flores nasceram com a única incumbência de render homenagens ao Sol, seguindo-o com o olhar, desde a hora de seu surgimento , até a hora de sua partida. E como esses campos espalhavam-se por toda a Terra, jamais o sol estava sozinho, jamais. Por onde lançasse seu olhar, lá estariam as suas flores fiéis, que tinham ordens expressas para desprezar a Lua. Cada uma dessas flores foi batizada de Girassol.

Assim, o Sol foi aprendendo a conviver com a dor. Com a ajuda de seus girassóis, as feridas de amor começaram a cicatrizar, e tudo foi voltando ao normal. Já conseguia brilhar mais intensamente, entendendo que era responsável por muitas coisas, que todos necessitavam de seu calor para viver. Claro que, quando passava pelo jardim onde dormia sua flor, lançava seu olhar a ela e sentia uma pontada de dor. No fundo, no fundo, ainda nutria esperanças de vê-la livre do feitiço da Lua, de tê-la novamente com ele, de receber seu olhar e seu sorriso.

Mas isso nunca aconteceu. A Dama da Noite era da Lua, só dela e de mais ninguém. Até hoje perfuma as noites dos amantes , alegra-se na companhia da Lua e chora sua ausência. E em cada lágrima caída, uma outra flor nasce, trazendo mais e mais perfume de amor ao mundo...

A Vida é Uma Peça de Teatro ... Então ...

Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz! A vida já é um caos,porque fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins. No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse.

Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente é ele, pobre dele! Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e ponto. Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselhos para tudo, soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?

Hahahaha. Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor ideia de como preencher as horas livres de um fim de semana?Quanto tempo faz que você não vai ao cinema? É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E dai, o que elas farão se já não têm porque se desesperar? Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não. Tudo o que é mais difícil é mais gostoso, mas… a realidade já é dura, piora se for densa. Dura, densa e bem ruim.

Brincar é legal. Entendeu? esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteiras, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço, não tomar chuva. Pule corda! Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte. Ser adulto não é perder os prazeres da vida – e esse é o único “não” realmente aceitável. Teste a teoria. Uma semaninha, para começar. Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são: passageiras.

Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir… Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração! Alias, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora? “a vida é uma peça de teatro que não permite ensaios” “por isso cante, chore, dance e viva intensamente antes que a cortina se feche”

O Menestrel - Willian Shakspeare

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se. E que companhia nem sempre significa segurança. Começa a aprender que beijos não são contratos e que presentes não são promessas.

Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

Aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.

E aprende que, não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que se leva anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la…

E que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.

E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.

E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.

Aprende que não temos de mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam…

Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa… por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.

Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.

Aprende que não importa onde já chegou, mas para onde está indo… mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer caminho serve.

Aprende que, ou você controla seus atos, ou eles o controlarão… e que ser flexível não significa ser fraco, ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem, pelo menos, dois lados. Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática.

Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se. Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.

Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens

Poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.

Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém…

Algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo.

Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.

Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar.

Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores.

E você aprende que realmente pode suportar… que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida! Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar.

Simplesmente Alguém ...

Há certas horas, em que não precisamos de um Amor...
Não precisamos da paixão desmedida...
Não queremos beijo na boca...
E nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama...

Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado...
Sem nada dizer...

Há certas horas, quando sentimos que estamos pra chorar, que desejamos uma presença amiga, a nos ouvir paciente, a brincar com a gente, a nos fazer sorrir...

Alguém que ria de nossas piadas sem graça...
Que ache nossas tristezas as maiores do mundo...
Que nos teça elogios sem fim...
E que apesar de todas essas mentiras úteis, nos seja de uma sinceridade
inquestionável...

Que nos mande calar a boca ou nos evite um gesto impensado...
Alguém que nos possa dizer:

Acho que você está errado, mas estou do seu lado...

Ou alguém que apenas diga:

Sou seu amor! E estou Aqui!

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Inxs - By My Side


Do Meu Lado
Na escuridão da noite
Naquelas hora tardias
Incertas e ansiosas
Eu preciso ligar para você

Quartos cheio de estranhos
Alguns me chamam de amigo
Mas eu queria que você estivesse perto de mim

Na escuridão de noite
Naquelas horas tardias
Eu me liberto
Quando estou com você

Na escuridão de noite
Do meu lado
Na escuridão de noite
Do meu lado, do meu lado, do meu lado,
Eu queria que você estivesse...
Eu queria que você estivesse...

Aqui vem o palhaço
A face dele numa parede
Sem janela
Sem ar nenhum

Na escuridão de noite
Esses rostos me assombram
Mas eu queria que você estivesse
Tão perto de mim

Na escuridão de noite
Do meu lado
Na escuridão de noite
Do meu lado, do meu lado, do meu lado,
Eu queria que você estivesse...
Eu queria que você estivesse...
(2x)

Na escuridão de noite
Esses rostos me assombram
e eu queria que você estivesse tão perto de mim

Sim eu queria que você estivesse
Do meu lado

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Aerosmith - I Don't wanna Miss a Thing



Eu Não Quero Perder Nada
Eu poderia ficar acordado só para ouvir você respirando
Observar você sorrir enquanto está dormindo
Enquanto você está longe e sonhando
Eu poderia passar minha vida nessa doce rendição
Eu poderia continuar perdido neste momento para sempre
Todo momento que eu passo com você
É um momento que eu valorizo

Não quero fechar meus olhos
Eu não quero pegar no sono
Porque eu sentiria a sua falta, baby
E eu não quero perder nada
Porque mesmo quando eu sonho com você
O sonho mais doce nunca vai ser suficiente
E eu ainda sentiria a sua falta, baby
E eu não quero perder nada

Repousando perto de você
Sentindo o seu coração bater
E imaginando o que você está sonhando
Imaginando se sou eu quem você está vendo
Então eu beijo seus olhos e agradeço a Deus por estarmos juntos
Eu só quero ficar com você
Neste momento para sempre, sempre e sempre

Não quero fechar meus olhos
Eu não quero pegar no sono
Porque eu sentiria a sua falta, baby
E eu não quero perder nada
Porque mesmo quando eu sonho com você
O sonho mais doce nunca vai ser suficiente
E eu ainda sentiria a sua falta, baby
E eu não quero perder nada

Não quero perder um sorriso
Não quero perder um beijo
Eu só quero ficar com você
Bem aqui com você, apenas assim
Eu só quero te abraçar forte
Sentir seu coração tão perto do meu
E só ficar aqui neste momento
Por todo o resto dos tempos
Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah!

Não quero fechar meus olhos
Eu não quero pegar no sono
Porque eu sentiria a sua falta, baby
E eu não quero perder nada
Porque mesmo quando eu sonho com você
O sonho mais doce nunca vai ser suficiente
E eu ainda sentiria a sua falta, baby
E eu não quero perder nada
Não quero fechar meus olhos
Eu não quero pegar no sono
Porque eu sentiria a sua falta, baby
E eu não quero perder nada
Porque mesmo quando eu sonho com você
O sonho mais doce nunca vai ser suficiente
E eu ainda sentiria a sua falta, baby
E eu não quero perder nada

Não quero fechar meus olhos
Eu não quero pegar no sono
E eu não quero perder nada

Ao meu Anjo da Guarda...

sábado, 10 de julho de 2010

O Tempo não pode apagar a Poesia do Amor ...

Não quero perder a poesia,
justificado pelo tempo...
Ela pode mudar rimas e
versos...
Mas tem o seu lugar...
A poesia do tanto querer,
do gostar...
De apenas se confirmar um
amor...
Ele fica mais maduro com o
tempo...
Nasce pleno a cada
manhã...
Com reflexos dourados de
carinho...
Porque esse tempo permite
que se conheça melhor o
outro...
Aprimora os sentimentos...
Aguça os toques...
Conhece a Geografia do
corpo...
Percorre estradas,
montes...
Mas,se enfeita sempre de
maneira diferente...
Olhos sorrindo...
Não quero deixar de falar
baixinho...
Palavras entendidas...
Incompreensíveis...
Sentidas...
Expressões de amor...
De gritar o prazer...
De assim ser: SUA!
Uma linha pode ser
poética,
porque se teve a intenção...
Ela advém do sentimento...
Do momento...
Do coração...
Não se pode perder a
poesia do amor...
Porque o próprio amor é
um lindo poema...
Versos da aceitação...
Versos dos toques,
versos ilimitados do
tempo...
De duas vidas se faz uma
única...
Vida plena...
Vida de lutas,
Na poesia do tempo...
Num bailar do poema
escrito pelo coração:
O AMOR !!!