- Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz ao ponto de nem conseguir fechar os olhos...
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram...
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou.
Já tive tanta certeza de mim... ao ponto de querer sumir...
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir...
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam...
Já tive crises de riso quando não podia...
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse...
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar...
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo mais feliz...
Já tive medo do escuro, hoje no escuro “me acho... me agacho... fico ali”...
Já caí inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não iria mais cair...
Já chamei pessoas próximas de “amigo” e descobri que não eram; algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais pra mim...
Não me dêem formulas certas, porque eu não espero acertar sempre...
Não me façam ser o que eu não sou, não me convidem a ser igual, porque eu sinceramente sou diferente...
Não sei amar pela metade,
Não sei viver de mentiras,
Não sei voar com os pés no chão...
Quando pensamos que sabemos tudo, o inesperado surge e nos faz perceber que tudo é aprendizado, até mesmo o fato de reconhecermos que nunca sabemos o suficiente para que deixemos de ser insiguinificantes diante do universo que nos rodeia ...
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Eu escolhi amar você ...

Acredito piamente que a vida de cada um de nós é composta por uma sucessão ininterrupta de escolhas. Fazemos escolhas todo tempo, desde as mais simples e automáticas, até as mais complexas, elaboradas e planejadas. Quanto mais maduros e conscientes nos tornamos, melhores e mais acertadas são as nossas escolhas.
Assim também é com o amor. Nós podemos escolher entre amar e não amar. Afinal de contas, o amor é um risco, um grande e incontrolável risco. Incontrolável porque jamais poderemos obter garantias ou certezas referentes ao que sentimos e muito menos ao que sentem por nós. E grande porque o amor é um sentimento intenso, profundo e, portanto, como diz o ditado, quanto mais alto, maior pode ser o tombo!
Por isso mesmo, admiro e procuro aprender, a cada dia, com os corajosos, aqueles que se arriscam a amar e apostam o melhor de si num relacionamento, apesar das possíveis perdas. Descubro que o amor é um dom que deve vir acompanhado de coragem, determinação e ética.
Não basta desejarmos estar ao lado de alguém, precisamos merecer. Precisamos exercitar nossa honestidade e superar nossos instintos mais primitivos. É num relacionamento íntimo e baseado num sentimento tão complexo quanto o amor que temos a oportunidade de averiguar nossa maturidade.
Quanto conseguimos ser verdadeiros com o outro e com a gente mesmo sem desrespeitar a pessoa amada? Quanto conseguimos nos colocar no lugar dela e perceber a dimensão da sua dor? Quanto somos capazes de resistir aos nossos impulsos em nome de algo superior, mais importante e mais maduro?
Amar é, definitivamente, uma escolha que pede responsabilidade. É verdade que todos nós cometemos erros. Mas quando o amor é o elo que une duas pessoas, independentemente de sangue, família ou obrigações sociais, é preciso tomar muito cuidado, levar muito o outro em conta para evitar estragos permanentes, quebras dolorosas demais.
O fato é que todos nós nos questionamos, em muitos momentos, se realmente vale a pena correr tantos riscos. Sim, porque toda pessoa que ama corre o risco de perder a pessoa amada, de não ser correspondida, de ser traída, de ser enganada, enfim, de sofrer mais do que imagina que poderia suportar. Então, apenas os fortes escolhem amar!
Cada qual com o seu melhor, nas suas possibilidades e na sua maturidade, consciente ou não de seus objetivos, faz as suas próprias escolhas. E depois, arca com as inevitáveis conseqüências destas.
Sugiro que você se empenhe em ser forte a fim de poder usufruir os ganhos do amor e, sobretudo, saiba lidar com algumas possíveis perdas. Mas se perceber que ainda não está pronto, seja honesto, seja humilde e ao invés de deixar cair ou de jogar no chão um coração que está em suas mãos, apenas deixe-o, apenas admita que não está conseguindo carregá-lo...
E então você, talvez, consiga compreender de fato a frase escrita por Antoine de Saint Exupéry, em seu best seller O Pequeno Príncipe:
Você se torna eternamente responsável por aquilo que cativa.
Porque muito mais difícil do que ficar ao lado de alguém para sempre é ficar por inteiro, é fazer com que seja absolutamente verdadeiro! E é exatamente isso que significa sermos responsáveis por aquilo que cativamos...
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Pessoas são como diamantes ...
Um dia eu estava zapeando a televisão (santo controle remoto) procurando algum programa interessante, quando parei em uma entrevista que estava sendo feita com um camarada que era do ramo imobiliário e que explicava porque os imóveis de alto padrão sempre têm mercado aquecido. A coisa não me interessou muito e eu já estava disposto a mudar de canal quando o cidadão pronunciou a seguinte frase:
"Você sabe, um diamante de 20 quilates é muito mais valioso do que 20 diamantes de um quilate cada."
Esta frase, que foi usada como exemplo de valor agregado, imediatamente despertou em minha cabeça a correlação entre os diamantes e as pessoas. Realmente, uma pessoa de 20 quilates é muito mais valiosa do que 20 pessoas de 1 quilate cada. O que a gente vê por aí, todavia, é o contrário. Muitas vezes se trocam pessoas de 20 quilates por uma de 10. Porque é mais barato. David Ogilvy, fundador de um dos maiores conglomerados de propaganda do mundo disse certa vez: "Se você encontrar uma pessoa melhor do que você, contrate-a imediatamente." Mas, na realidade, não é isso que acontece. As organizações, as normas e procedimentos e as pessoas com baixa competência teimam em ofuscar os diamantes, para que estes não brilhem mais do que eles (quando pessoas) ou elas (quando organizações). E aí topamos com um mar de mediocridade.
Claro que nem todo mundo é diamante. Há os diamantes que nascem feitos. Há os que precisam ser lapidados. E há aqueles que parecem diamantes (chegam até brilhar) mas, quando submetidos à pressão, se esfacelam como vidro. E é muito difícil identificar cada um deles.
Quero dar uma mãozinha mostrando uma definição que vi, há muito tempo atrás, e que relaciona as pessoas com o seu PODER (conhecimento) e QUERER (motivação)
As pessoas que podem e querem...
Não são tão fáceis de encontrar. Estão ferramentadas para executar a tarefa e motivadas ao trabalho. Sabem o que fazer, como fazer, quando fazer e, o que é mais importante, quem vai fazer. Sabem motivar seus pares também e buscar resultados, não importa sob que adversidades e com que tipo de carências têm que trabalhar. Se têm limitações, são criativos para buscar alternativas. São aquelas pessoas que, ao invés de amaldiçoar a escuridão, saem a procura de uma vela. Pessoas como estas custam caro (como os diamantes de 20 quilates), mas produzem, criam, mudam organizações e, quando são contratadas, devemos deixá-las trabalhar com liberdade (controlada, é claro).
As pessoas que não podem,mas querem...
Estas são pessoas que não estão capacitadas, mas têm uma força de vontade incrível. São os verdadeiros "Dungas" (volante da selação brasileira na copa de 94) das organizações. São tratores para trabalhar. São limitados pela sua falta de ferramentas, capacitação e tato, mas, em geral, levam a cabo uma tarefa confiada, custe o que custar. Costuma agir sózinho, quando percebe que as coisas não estão correndo como elas querem, do tipo "Me dá aqui que eu mesmo faço!" Entende que a vida deve ser vivida no esforço. Também, na maioria das vezes, são autodidatas e aprendem o que sabem (o que muitas vezes não é pouco) na escola da vida. Também apresentam uma certa dificuldade para o aprendizado intelectual, o que pode dificultar seu aperfeiçoamento. Estes precisam de treinamento (lapidação) para poder se tornar um diamante perfeito e, na maioria das vezes, investir neles é um excelente negócio.
As pessoas que podem,mas não querem...
São, na maioria das vezes, conhecidas como talentos desperdiçados, pois são plenamente capacitados (muitas vezes confunde-se com dom), mas não estão nem um pouco a fim de cumprir o que lhes é proposto. São pessoas muito inteligentes, com uma facilidade brutal, e às vezes irritante, para o aprendizado, o que pode se tornar um problema, pois aprendem rápido demais e as coisas perdem o mistério. Devem ser motivados a colocar todo o seu talento para o cumprimento de tarefas e sua motivação nem sempre está ligada à remuneração (como a de todo mundo). Faz-se necessário descobrir o que os motivam para que estes se sintam impelidos a colocar todo seu talento a serviço da empresa.
As pessoas que não podem e não querem...
Você não tem noção de como existem pessoas com este perfil dentro das organizações, escondidas sob os mais variados perfis e funções. Está atrás daquele funcionário boa praça e querido por todos, como também atrás do mais ranzinza dos colaboradores, pois esta não é uma característica tão visível assim e pode ser maquiada. Você começa a descobrir este tipo de pessoa quando um novo desafio é proposto e ela só coloca obstáculos. É absolutamente reativa do tipo "Ih, isto não vai dar certo!" ou "Já vi este filme." Acham que sabem tudo e não precisam aprender mais nada e, o que é o pior, acham que tudo está ruim e que é muito difícil mudar. Olham o mundo através de olhos de pré-conceitos e distorcidos por uma realidade só dele. Este tipo de pessoa, infelizmente, vai ocupar cada vez mais espaço nas organizações e se você tem pessoas com este tipo sob o seu comando, lamento informar, mas não há muita coisa a ser feita a não ser demiti-la. Talvez você até lhe preste um serviço, pois este choque poderá fazer a ficha cair.
Somos todos diamantes,e estamos em constante lapidação,mas a nossa forma de encarar a "vida" é o critério mais importante para sabermos que tipo de diamantes queremos ser...será que o de 20 quilates,o de 10 quilates ou simplesmente uma bijouteria ...
"Você sabe, um diamante de 20 quilates é muito mais valioso do que 20 diamantes de um quilate cada."
Esta frase, que foi usada como exemplo de valor agregado, imediatamente despertou em minha cabeça a correlação entre os diamantes e as pessoas. Realmente, uma pessoa de 20 quilates é muito mais valiosa do que 20 pessoas de 1 quilate cada. O que a gente vê por aí, todavia, é o contrário. Muitas vezes se trocam pessoas de 20 quilates por uma de 10. Porque é mais barato. David Ogilvy, fundador de um dos maiores conglomerados de propaganda do mundo disse certa vez: "Se você encontrar uma pessoa melhor do que você, contrate-a imediatamente." Mas, na realidade, não é isso que acontece. As organizações, as normas e procedimentos e as pessoas com baixa competência teimam em ofuscar os diamantes, para que estes não brilhem mais do que eles (quando pessoas) ou elas (quando organizações). E aí topamos com um mar de mediocridade.
Claro que nem todo mundo é diamante. Há os diamantes que nascem feitos. Há os que precisam ser lapidados. E há aqueles que parecem diamantes (chegam até brilhar) mas, quando submetidos à pressão, se esfacelam como vidro. E é muito difícil identificar cada um deles.
Quero dar uma mãozinha mostrando uma definição que vi, há muito tempo atrás, e que relaciona as pessoas com o seu PODER (conhecimento) e QUERER (motivação)
As pessoas que podem e querem...
Não são tão fáceis de encontrar. Estão ferramentadas para executar a tarefa e motivadas ao trabalho. Sabem o que fazer, como fazer, quando fazer e, o que é mais importante, quem vai fazer. Sabem motivar seus pares também e buscar resultados, não importa sob que adversidades e com que tipo de carências têm que trabalhar. Se têm limitações, são criativos para buscar alternativas. São aquelas pessoas que, ao invés de amaldiçoar a escuridão, saem a procura de uma vela. Pessoas como estas custam caro (como os diamantes de 20 quilates), mas produzem, criam, mudam organizações e, quando são contratadas, devemos deixá-las trabalhar com liberdade (controlada, é claro).
As pessoas que não podem,mas querem...
Estas são pessoas que não estão capacitadas, mas têm uma força de vontade incrível. São os verdadeiros "Dungas" (volante da selação brasileira na copa de 94) das organizações. São tratores para trabalhar. São limitados pela sua falta de ferramentas, capacitação e tato, mas, em geral, levam a cabo uma tarefa confiada, custe o que custar. Costuma agir sózinho, quando percebe que as coisas não estão correndo como elas querem, do tipo "Me dá aqui que eu mesmo faço!" Entende que a vida deve ser vivida no esforço. Também, na maioria das vezes, são autodidatas e aprendem o que sabem (o que muitas vezes não é pouco) na escola da vida. Também apresentam uma certa dificuldade para o aprendizado intelectual, o que pode dificultar seu aperfeiçoamento. Estes precisam de treinamento (lapidação) para poder se tornar um diamante perfeito e, na maioria das vezes, investir neles é um excelente negócio.
As pessoas que podem,mas não querem...
São, na maioria das vezes, conhecidas como talentos desperdiçados, pois são plenamente capacitados (muitas vezes confunde-se com dom), mas não estão nem um pouco a fim de cumprir o que lhes é proposto. São pessoas muito inteligentes, com uma facilidade brutal, e às vezes irritante, para o aprendizado, o que pode se tornar um problema, pois aprendem rápido demais e as coisas perdem o mistério. Devem ser motivados a colocar todo o seu talento para o cumprimento de tarefas e sua motivação nem sempre está ligada à remuneração (como a de todo mundo). Faz-se necessário descobrir o que os motivam para que estes se sintam impelidos a colocar todo seu talento a serviço da empresa.
As pessoas que não podem e não querem...
Você não tem noção de como existem pessoas com este perfil dentro das organizações, escondidas sob os mais variados perfis e funções. Está atrás daquele funcionário boa praça e querido por todos, como também atrás do mais ranzinza dos colaboradores, pois esta não é uma característica tão visível assim e pode ser maquiada. Você começa a descobrir este tipo de pessoa quando um novo desafio é proposto e ela só coloca obstáculos. É absolutamente reativa do tipo "Ih, isto não vai dar certo!" ou "Já vi este filme." Acham que sabem tudo e não precisam aprender mais nada e, o que é o pior, acham que tudo está ruim e que é muito difícil mudar. Olham o mundo através de olhos de pré-conceitos e distorcidos por uma realidade só dele. Este tipo de pessoa, infelizmente, vai ocupar cada vez mais espaço nas organizações e se você tem pessoas com este tipo sob o seu comando, lamento informar, mas não há muita coisa a ser feita a não ser demiti-la. Talvez você até lhe preste um serviço, pois este choque poderá fazer a ficha cair.
Somos todos diamantes,e estamos em constante lapidação,mas a nossa forma de encarar a "vida" é o critério mais importante para sabermos que tipo de diamantes queremos ser...será que o de 20 quilates,o de 10 quilates ou simplesmente uma bijouteria ...
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